Notícias

Cerca de 150 pesquisadores (Professores, Pesquisadores, alunos de IC, Mestrado, Doutorado e Pós-doc) do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF/CEPID/FAPESP) reuniram-se entre os dias 03 e 04 de fevereiro de 2017 no Centro de Pesquisas em Materiais Avançados e Energia (Auditório Petrobrás), localizado na Universidade Federal de São Carlos, campus de São Carlos, para discutirem e planejarem suas ações no âmbito das atividades do CDMF.

A programação do evento foi dividida em duas partes no primeiro dia da Reunião Geral. Durante a manhã, proferiram palestras os Professores que compõem a direção do CDMF. Abrindo a reunião, o Diretor Executivo, Prof. Elson Longo apresentou o “CDMF em números”, fazendo uma revisão da quantidade de publicações do Centro entre 2013 e 2016, fatores de impacto e um balanço das publicações científicas fruto de colaborações internacionais.

O Professor Elson frisou em sua fala a importância da interação entre os pesquisadores do CDMF nos diferentes Grupos de Pesquisa que fazem parte do Centro, bem como os passos a seguir rumo ao estabelecimento e consolidação de mais interações internacionais. O Diretor abordou também um dos pontos positivos das interações internacionais já existentes entre os pesquisadores do CDMF, que consiste no fato de oferecer às equipes de pesquisa do exterior um conhecimento inédito de técnicas e produções científicas produzidas pelo Centro.  

Na sequência da fala do Prof. Elson Longo, o Professor Ernesto Chaves Pereira falou aos presentes sobre “Inovação no CDMF”. A exposição do Professor Ernesto se deu no sentido de motivar os presentes pesquisadores, sobretudo os jovens em âmbito de Mestrado, Doutorado e Pós-Doc a responderem as seguintes questões: “como posso utilizar minha capacidade de resolver problemas para desenvolver novos produtos e estratégias necessárias no mercado?”, “Como posso transformar ideias em produtos?”.

Feita esta motivação, o Prof. Chaves seguiu sua explanação ressaltando que o CDMF já possui esta tradição, haja vista os produtos fomentados pelas pesquisas nele realizadas, e que toda infraestrutura do Centro poderá e deverá estar a disposição de boas e transformadoras ideias no desenvolvimento de produtos provenientes das pesquisas que vêm ocorrendo. O encerramento da fala do Professor Chaves ressaltou ainda que os momentos de crise, na verdade, devem ser encarados como momentos de grandes oportunidades e estímulo à criatividade dos pesquisadores para a criação de empresas e desenvolvimento de produtos.

Em seguida, assumiu a palavra o Prof. Adilson J.A. Oliveira, Diretor de Difusão do CDMF em parceria com o Professor Antonio Carlos Hernandes. Em sua fala, o Prof. Adilson mostrou aos presentes as atividades de Difusão Científicas que vêm ocorrendo sob sua supervisão e do Prof. Hernandes, como as atividades desenvolvidas pelo LABi/UFSCar, minicursos com temáticas científicas voltados à formação continuada de professores da Rede Básica de Ensino de São Carlos e Região, minicursos sobre ciências de modo geral voltados a estudantes da Rede Básica e programas de aproximação da Universidade com estudantes do Ensino Médio, os jogos educativos da séria Ludo Educativo e a tradicional NanoArte, produzida e disseminada pelo mundo todo a partir das imagens das pesquisas desenvolvidas no Centro. Foram ainda apresentadas pelo professor os novos projetos de Difusão Científica que estão sendo elaborados com a equipe do CDMF para o primeiro e segundo semestre deste ano.

O Professor Adilson ressaltou aos presentes a importância de aprender a comunicar ciência ao público em geral não acadêmico, desafiando os presentes a engajarem-se nas veredas da Difusão sobretudo para que os pesquisadores colaborem com a população em geral no sentido de sua conscientização sobre a importância da Ciência no desenvolvimento de uma nação.

Encerrando as falas da manhã, tomou a palavra o Vice-Diretor do CDMF, o Prof. Edson R. Leite, o qual falou aos presentes sobre o “Futuro do CDMF”. Em sua exposição, o Professor Edson motivou os presentes à interação entre os grupos de pesquisa, ao cuidado e dedicação na redação dos artigos científicos e à importância de uma constante avaliação da prática de pesquisa e comunicação dos membros do CDMF. A motivação da explanação do Professor Edson fechou a manhã de palestras ressaltando ao grupo a importância de convergir esforços para que os trabalhos que vem sendo realizados pelos grupos associados ao CDMF permaneçam alcançando resultados de excelência e mantenham a qualidade esperada pelo programa CEPID/FAPESP.

A segunda parte do evento foi integralmente dedicada no período da tarde à explanação dos professores/pesquisadores do CDMF comunicando aos presentes um resumo de 10 minutos acerca dos trabalhos que vem sendo desenvolvidos nas instituições das quais são oriundos. Cada pesquisador apresentou um balanço de seus principais resultados e desafios a serem superados, de modo a tornar de conhecimento dos demais pesquisadores a quais áreas da pesquisa do CEPID estão se dedicando, facilitando, inclusive, a troca de informações, experiências e parcerias entre os próprios pesquisadores do CDMF.

A manhã do dia 04/03 foi reservada integralmente à Direção do CDMF e aos Professores presentes de modo a planejarem as ações e pesquisas colaborativas das atividades do Centro neste ano.

9a833bb9-086d-4fe6-89d5-1fc4468b3292

 

 

elson reuniao

 

Assessoria de Comunicação: Amanda Murgo

Foi notícia hoje pela manhã no Jornal “Fala Brasil” da Rede Record a pesquisa realizada no Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais sobre um material com promissoras propriedades como sensor de acetona. O principal potencial de aplicação da pesquisa consiste em proporcionar que pacientes tenham o diagnóstico de diabetes através do hálito, aferindo seu nível de acetona.

 

A reportagem foi gravada no Laboratório de Sensores do Grupo de Pesquisa Crescimento de Cristais e Materiais Cerâmicos (CCMC/IFSC/USP) com os pesquisadores do CDMF Prof. Luís Fernando da Silva e com a Pós-doc Ariadne Catto no Grupo de Pesquisa Crescimento de Cristais e Materiais Cerâmicos, coordenado pelo Prof. Valmor R. Mastelaro, um dos integrantes da pesquisa, a qual também é composta pelo Diretor do CDMF, Prof. Elson Longo.

Para conferir a reportagem, basta acessar o seguinte link: Pesquisa desenvolve sensor para detectar diabetes através do hálito R7 TV

 

sensor acetona r7

 

Assessoria de Comunicação do CCMC: Amanda Murgo

A equipe da EPTV/São Carlos esteve nesta manhã no Laboratório de Sensores do Grupo de Pesquisa Crescimento de Cristais e Materiais Cerâmicos (CCMC/IFSC/USP/CDMF) realizando entrevistas sobre pesquisas envolvendo Sensor de Acetona para monitoramento de Diabetes.


A equipe de jornalismo entrevistou os pesquisadores do CDMF Prof. Luis Fernando da Silva e a pós-doc Ariadne Catto. A reportagem vai ao ar no Jornal da EPTV de hoje (24/01/2016), 1ª Edição.
Para saber mais sobre a pesquisa e seus potenciais na área médica, acesse: http://cdmf.org.br/2016/11/01/pesquisadores-do-cdmf-desenvolvem-estudo-sobre-sensor-de-acetona/

 

eptv ccmc

 

Assessoria de Comunicação do CCMC: Amanda Murgo

Pesquisadores do CDMF organizam e apóiam a iniciativa da UFGD para estudantes de escolas públicas da rede básica

 

A primeira edição da Olimpíada “A Física em 1 minuto” – desafio em vídeos, voltada a estudantes de Ensino Médio da rede pública do Centro Oeste ocorreu durante o segundo semestre de 2016 na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Mato Grosso do Sul, contando com a organização e idealização de dois integrantes do CDMF – O Professor Antonio Carlos Hernandes, coordenador de Difusão do Centro e a coordenadora do LaDiC/CCMC (Laboratório de Difusão Científica do Grupo de Pesquisa Crescimento de Cristais e Materiais Cerâmicos do Instituto de Física de São Carlos, USP) e também Professora da UFGD, Ariane Baffa Lourenço, além dos Professores Andre Luis de Jesus Pereira e André Luiz Martinez (ambos da UFGD), que também integraram a comissão organizadora.

A Olimpíada é um projeto de extensão de Física da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da UFGD, em parceria com o Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da Universidade de São Paulo (USP) e do CDMF. A idéia nasceu a partir da experiência da Professora Ariane nas ações de Difusão do CMDMC e CDMF juntamente ao Prof. Hernandes.

O evento teve por objetivo contribuir para a melhoria do ensino de ciências em escolas públicas da cidade de Dourados (MS) e região e despertar o interesse de alunos para as carreiras científicas com o desafio proposto em vídeos: estudantes de Ensino Médio tinham como missão gravar um vídeo sem apoio de nenhuma empresa ou profissional da área de comunicação abordando cientificamente um dos dois temas: “Física na agricultura” ou “A luz e suas aplicações”. Para participar, as escolas deveriam inscrever seus alunos com o apoio de um Professor responsável. Foram utilizados como critérios para avaliar a produção dos alunos os conceitos físicos relacionados ao tema e o material final.

 

Os três melhores trabalhos de cada uma das séries do Ensino Médio foram premiados, além do melhor trabalho de cada escola participante. A cerimônia de premiação ocorreu no mês de outubro de 2016, durante a abertura do IV Encontro de Física do Centro-Oeste (http://www.efco.esy.es/), contando com a presença do coordenador de Difusão do CDMF, Prof. Antonio Carlos Hernandes para a entrega dos prêmios aos estudantes. A premiação foi entregue aos seguintes alunos e professores:

 

1ºano

E. E. Fernando Corrêa da Costa Rio Brilhante

Professor Cléber Aparecido de Sousa Silva

Estudantes EDUARDO BRAGA e ANA LUIZA VARGAS

2ºano

E. E. Manoel Ferreira de Lima Maracaju

Professora Patrícia G. de Freitas Cervi

Estudantes FERNANDA DA SILVA MEIRA e MARCELYS DAYANE MARÇAL LANGE

3ºano

E. E. Senador Filinto Muller Fátima do Sul

Prof. Bruno Fiorinho

Estudantes BRUNA FLORES MACÁRIO e MARIA BEATRIZ MATOS

 

Experiência e Parceria na Difusão da Ciência

 

Em 2002, a Professora da UFGD Ariane passava a integrar a equipe do Grupo de Pesquisa Crescimento de Cristais e Materiais Cerâmicos como estudante de Iniciação Científica. À época, a estudante era uma das licenciandas do Curso de Ciências Exatas da USP e realizava sua pesquisa de IC sob a tutela da Dra. Maria Inês Basso Bernardi, na área de desenvolvimento de filmes finos dos compostos RNIO3 (R=ND e ER), pelo método Pechini. Em 2003, graduou-se, escolhendo para lecionar a habilitação em Química.

 

Foi em 2004, entretanto, que o convite para desenvolver trabalhos associados à difusão e ensino de ciências veio do Prof. Hernandes, que desde o ano 2000 promove atividades deste cunho por ser coordenador de difusão científica do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDMC) e, atualmente do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF). Em meio a estes trabalhos, foram surgindo os temas de mestrado  (Análise de mapas conceituais elaborados por alunos da oitava série do ensino fundamental a partir de aulas pautadas na teoria da aprendizagem significativa: a argila como tema de estudo – ano de obtenção: 2008) e doutorado de Ariane. Segundo ela, duas foram as principais motivações para a pesquisa desenvolvida em sua tese de doutorado (defendida em 2013): “O fato de eu ser egressa do curso de Licenciatura em Ciências Exatas, atuando na área de formação de professores através das disciplinas de tutoria que já ministrei, me motivaram a seguir neste caminho do preparo do licenciando. Foi a partir desses trabalhos em que acompanhei como era feita a preparação do futuro professor, que identifiquei pouca habilidade por parte deles em desenvolverem atividades numa perspectiva argumentativa, e percebi que este tema, quando trabalhado na formação inicial destes professores, pode modificar de modo muito positivo toda a sua futura trajetória profissional”, explicou.

 

Dentre os projetos que coordenou em parceria com o professor Antonio Carlos Hernandes, estão o Ludo Educativo, que tem tido grande repercussão por todo Brasil, a Olimpíada de Matemática, Física e Química,o projeto deAtividade de Investigação Científica,em que alunos da rede pública de ensino desenvolviam pré-iniciação científica na universidade, o projeto Um dia de Universitário, com visitas de estudantes do ensinomédio à universidade e o Projeto Educacional em Materiais Cerâmicos, com cursos ministrados a alunos da rede pública de ensino.

 

 

Atualmente, Ariane é docente da FACET (Faculdade de Ciência e Tecnologia) da UFGD e mantém a parceria com o CDMF coordenando em conjunto com o Prof. Herandes o Laboratório de Difusão Científica (LaDiC) do CCMC  onde dirige estudos sobre oprocesso de ensino e aprendizagem que ocorre em suas ações de Difusão, nos contextos de sala de aula no ensino básico e nos cursos de formação de professores, em que se estuda o uso de Mapas conceituais e da Argumentação Científica na promoção da aprendizagem. Além disso, no LaDiC, investiga como se dá a orientação vocacional para as carreiras de Ciências, especialmente a Física, ocorridas em escolas do ensino médio.

fisica 1 min ufgd2

 

fisica 1 min ufgd1

 

 

Assessoria de Comunicação do CCMC: Amanda Murgo

Um novo artigo científico foi publicado recentemente pelos pesquisadores J.E.F.S. Rodrigues, P.J. Castro, P.S. Pizani, W.R. Correr, A.C. Hernandes do CDMF no periódico “Ceramics International” (Ceramics International Volume 42, Issue 16, December 2016, Pages 18087–18093). O trabalho é intitulado Structural ordering and dielectric properties of Ba3CaNb2O9-based microwave ceramics e o estudo coordenado pelo Diretor de Difusão do CDMF, Prof. Antonio Carlos Hernandes do Grupo de Pesquisa Crescimento de Cristais e Materiais Cerâmicos, Instituto de Física de São Carlos, USP e demais pesquisadores do CCMC/IFSC/USP.

 

Contexto da pesquisa e motivação

 

            Segundo o doutorando e autor do artigo João Elias Rodrigues, perovskitas complexas de fórmula A3B?B??2O9 (A = Ba, Sr, Ca; B? = Mg, Zn, Co; B?? = Nb, Ta) constituem sistemas largamente aplicados como ressoadores ou filtros para transmissão/recepção de sinais em microondas. Esses óxidos complexos podem ser classificados em ordenados ou desordenados quanto ao sítio B (B’ e B’’), tal que o grau de desordem desempenha papel relevante nos valores da perda dielétrica (tan ? = 1/Qu).

            Na literatura atual, não há dados conclusivos reportados acerca do papel da (des)ordem nas propriedades dielétricas em microondas do sistema Ba3CaNb2O9, podendo este material variar sua funcionalidade a depender da desordem: (a) eletrólito para células a combustível (desordenado) e (b) ressoador dielétrico (ordenado). Esta foi a motivação dos pesquisadores para o desenvolvimento do trabalho, como nos relatou Rodrigues.

 

Diferencial da pesquisa

 

            O artigo reporta como diferencial na pesquisa desenvolvida o uso da técnica de espalhamento Raman, a qual se mostrou fundamental para identificar e monitorar o processo de ordem/desordem no sítio B (Ca2+ e Nb5+), sendo tal técnica sensível a mudanças da simetria local no sistema cristalino.

 

Potencial do estudo e principais resultados

 

            Dadas as ferramentas para identificar os processos de ordem/desordem nos sistemas Ba3CaNb2O9,  é possível, segundo os pesquisadores, sintonizar uma determinada propriedade física (perda ou condutividade iônica) apenas observando o espectro Raman do material à temperatura ambiente.

            Rodrigues conclui: “As propriedades dielétricas em microondas da cerâmica Ba3CaNb2O9 sinterizada a 1500 °C por 32 h foram determinadas, sendo ?’ = 48 (permissividade), Qu×fR = 15.750 GHz (fator de qualidade na frequência fR = 7,76 GHz) e ?f = 278 ppm/°C (coeficiente de variação da frequência de ressonância). Uma transição de uma cela cúbica Oh5 para a cela trigonal D3d3 foi detectada empregando-se a difração de raios X e espalhamento Raman à temperatura ambiente. Tal transição representou a formação de uma superestrutura ordenada com simetria D3d com ordenamento 1:2 dos cátions Ca2+ e Nb5+. Notou-se ainda uma coexistência de domínios ordenados 1:1 (cúbico) e 1:2 (trigonal), sendo a redução do domínio 1:1 dependente do tempo de sinterização. O aperfeiçoamento das propriedades da cerâmica de BCN prossegue com um estudo minucioso da influência de cátions substituintes no sítio do Ba2+ para sintonização do valor de ?f para próximo de 0.”

 

O Artigo pode ser conferido na íntegra no seguinte endereço eletrônico: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0272884216314213

http://dx.doi.org/10.1016/j.ceramint.2016.08.113

 

artigo elias hernandes

 

Assessoria de Comunicação do CCMC: Amanda Murgo

Ocorreu nesta semana no estúdio do Centro de Mídias da Universidade Federal de São Carlos, a gravação de um videoclipe sobre preservação ambiental com a participação de alunos dos 9ºs anos da Escola Estadual Professor Sebastião de Oliveira Rocha (EESOR) da cidade de São Carlos. O clipe musical foi o resultado de uma intervenção do Laboratório de Difusão Científica (LaDiC) do CCMC/IFSC/USP/CDMF e LABi/UFSCar/CDMF  realizada na Escola como atividade final do Minicurso “História da Ciência, Meio Ambiente e Energia – as demandas por energia no decorrer da História e os impactos ambientais causados pelas ações humanas”.

O minicurso foi ministrado na EESOR pela educadora do LaDiC Amanda Murgo durante as aulas de Projeto de Vida em parceria com a educadora Ana Luíza Araújo Siqueira da referida escola e ocorreu no período de outubro a dezembro, sob orientação do Prof. Antonio Carlos Hernandes, coordenador de Difusão do CDMF.

Este trabalho teve em vista dois objetivos: o primeiro, promover entre os estudantes uma reflexão sobre a evolução histórica da ciência e da tecnologia, bem como dos impactos ambientais decorrentes do progresso científico e tecnológico sob a ótica da demanda por energia no decorrer da História. O segundo objetivo consistiu em oferecer aos alunos subsídios para desenvolverem seu protagonismo social com vistas a situarem contextos históricos, científicos e tecnológicos as questões ambientais.

No âmbito do segundo objetivo traçado, uma atividade avaliativa foi proposta para o encerramento do minicurso – um concurso de paródias em que os grupos de estudantes ficariam responsáveis por compor uma letra que envolvesse os temas de preservação ambiental discutidos em aula. Os grupos vencedores de cada turma dos 9ºs anos são compostos por Letícia Yukari Hirossi, Sabrina Victoria A. Oliveira, Polyany Silva Pereira, Maria Eduarda A. Santos, Lucas Seiki Hirossi,  Vinicius Ricardo Rosa Noli e Thomas Caio dos Santos.

Em 2017, os videoclipes serão lançados no Canal do YouTube do CDMF e terão como objetivo divulgar e conscientizar outros estudantes e os seguidores das mídias sociais do Centro para a necessidade de preservar o meio ambiente e modificar hábitos.

Parabenizamos aos alunos vencedores, e à equipe da EESOR envolvida na iniciativa.

Foto gravao escola

 

 

 

gravacao radio ufscar 2

 

gravacao radio ufscar 3

 

gravacao radio ufscar 6

Assessoria de Comunicação do CCMC: Amanda Murgo

            

O Laboratório de Difusão Científica do Grupo de Pesquisa Crescimento de Cristais e Materiais Cerâmicos (LaDiC/CCMC/IFSC/USP) finalizou mais uma de suas atividades de Ensino e Difusão Científica realizada na Escola Estadual Prof. Eugênio Franco, São Carlos/SP no âmbito das atividades do CDMF. Cerca de 200 crianças de cinco turmas de 3ºs anos participaram do minicurso “História da Ciência, Meio Ambiente e Energia – as demandas por energia e as alterações ambientais no decorrer da História”.

Com um enfoque mais lúdico para abranger a faixa etária das crianças (entre 8 e 9 anos) o trabalho foi realizado na Escola entre outubro e dezembro deste ano no formato de contação de histórias  pela educadora Amanda Murgo do LaDiC. Com aulas que abordaram as demandas por energia da humanidade desde a Pré-História até os dias atuais, uma reflexão foi feita com as crianças a respeito da escala de alteração ambiental que foi significativamente ampliada no período pós-Revolução Industrial.

As fontes de geração de energia como água, vento, sol e marés, foram explicadas às crianças, mostrando como na Antiguidade, Idade Média e Moderna, essas formas naturais já eram utilizadas pelos seres humanos. As alterações ambientais ampliadas no pós-Revolução Industrial, principalmente com o uso de combustíveis fósseis serviram de comparação para as crianças observarem como a evolução da ciência, tecnologia e do modo de vida humano está diretamente relacionado com a geração de energia em grandes quantidades. As consequências, entretanto desta grande demanda, tem começado a se apresentar com as grandes devastações ambientais, as mudanças climáticas e a poluição do ar.

Para encerrar a intervenção, uma atividade de desenho foi proposta às crianças de modo que ilustrassem o que mais ficou marcado no decorrer do minicurso. A poluição gerada pelos transportes e indústrias, as formas de energia no decorrer da História ficaram registradas nos trabalhinhos dos pequenos. No próximo ano, pretende-se retomar a parceria na E.E. Prof. Eugênio Franco com a mesma atividade utilizando as ilustrações das crianças no minicurso.

Cerca de 200 crianças participaram desta atividade de Difusão e Ensino do CDMF.

Agradecimentos: À equipe Gestora da escola (Diretora Silvia, Vice-Diretora Adriana, Coordenadora Pedagógica Luciane) à Equipe da Escola e às Professoras dos Terceiros anos, que dividiram suas aulas para que o projeto fosse realizado.

difuso ladic cdmf2

 

 

difuso ladic cdmf

 

Assessoria de Comunicação do CCMC